Notícias da TEC – D9

Olá!

Como falei, essa TEC está sendo totalmente diferente de todos os outros tratamentos que fiz.

Como estou de férias e viajando, nem tenho prestado tanta atenção aos dias e a sintomas. O único que notei mesmo foi o seio inchado e enorme por causa do incômodo ao dormir, mas, depois de tantas experiências, a gente sabe que isto se dá por conta da progesterona. Ah, e senti uma coliquinha no baixo ventre ontem. Mas correndo atrás da Pequena, de férias, conhecendo praias, passeando direto, fica realmente difícil prestar atenção nos detalhes. E, sabe, mesmo que não dê certo, estou achando isso super bom!

No mais, percebi que hoje é dia 28/09 porque voltaremos para minha cidade natal amanhã. O beta está marcado para o dia 30/09 e voltaremos para casa no dia 01/10.

Aproveitei para ler os relatos da FIV e da TEC nas quais engravidei. Na FIV, tive o sangramento de nidação no D9 e fiz o teste de farmácia e beta no D10. Na TEC, fiz o teste no D7, mas diferentes da Segunda FIV, quando transferi 3 embriões D3, na Primeira TEC foram transferidos 2 blastos. Nesta, um único embrião D3, se compactando para virar mórula.

Como viajei com um teste de farmácia na bolsa, estou pensando em fazer amanhã cedo (D10). Assim, se estiver positivo, já teremos alguma surpresa para comemorar. Caso contrário, já prepararei meu coração para não esperar muito…

Anúncios

Segunda TEC

Olá, meninas!

Como vocês sabem, da minha Segunda FIV, tive 6 embriões: na FIV, transferi, a fresco, 3 embriões D3 e engravidei da minha Pequena.

Na Primeira TEC, transferi 2 blastos, engravidei e o bebê virou um anjinho.

Agora, na Segunda TEC, transferi o D3 que estava congelado. Este embrião era um dos melhores em D3 e por isso foi congelado. Após o descongelamento, ele continuou evoluindo e já estava em processo de compactação, o que é ótimo.

Porém, é um único embriãozinho. Na Segunda FIV, eram 3 possibilidades, veio a filhota. Na Primeira TEC, 2 possibilidades, veio o anjinho. Agora, na Segunda TEC, é 1/1. Uma única chance.

Segundo minha médica, eu produzo bons embriões e, em todas as tentativas nesta clínica, engravidei. Ela acha que a qualidade do embrião é ótima e que, agora, é esperar.

Sabem, resolvi colocar tudo nas mãos de Deus e de Nossa Senhora.

É difícil manter repouso relativo com uma criança de 1 ano e 7 meses em casa, mesmo que com a ajuda do Marido, da vovó e da titia. Tem horas que não tem jeito: é Mamãe o tempo todo.

É difícil não pirar…

Mas, antes de vir para minha cidade natal fazer a TEC, decidi encher meus dias com atividades! Após a preparação na cidade onde moro, entrei em férias e vim para o Rio. Então, tem muita gente querendo ver a Pequena, tem o Rock in Rio e marquei uma viagem para uma praia capixaba na semana que vem. Tudo para não pensar nesta única chance…

Por isso, também, não dei tantos detalhes aqui no blog. Resolvi fazer tudo diferente. Vamos ver se dará certo.

E tudo está nas mãos de Deus…

Encarando um aborto…

Tanto tempo se passou sem dar notícias… Tecnicamente, estaria recém parida nestes dias, com meu bebezinho no colo… Pois é. Estaria… Tenho muito para contar!

Tudo vinha super bem com a gravidez. Estávamos felizes, comemorando Natal e Réveillon com a expectativa da chegada de um novo membro da família. Preparei surpresa para a família próxima (pais e irmãos) e todos estávamos muito felizes!

No dia 01/01/2017, após o almoço, comecei a passar mal, sentindo dores abdominais. Início de gravidez, dores e festas de final-de-ano: nada bom…

Liguei para o meu obstetra e lá fomos para o Buscopan. As dores diminuíram e, no dia 02/01, passei a maior parte do dia bem. Mas, à noite, as dores voltaram com muita intensidade. Não consegui dormir. Só chorava com medo do que poderia estar acontecendo… Antes das 7 horas da manhã do dia 03/01, lá estava eu no Pronto Socorro.

Depois de 4 horas urrando de dor, fizeram uma ultra abdominal e, em menos de meia-hora, estava internada, sedada, esperando um cirurgião. Lembro dele me acordando e dizendo que minha vesícula estava muito dilatada e que precisaríamos operar. Primeira coisa que falei: “Dr., estou grávida…”. Ele disse que sabia, que  meu obstetra já tinha sido avisado e que estava de acordo com a cirurgia. Em menos de 1 hora, estava entrando no Centro Cirúrgico, conversando com a anestesista sobre minha gravidez. Ela disse que faria tudo muito leve para não prejudicar o bebê.

Tudo correu bem, fiquei 2 dias internada falando para cada enfermeira que entrava no meu quarto que estava grávida, controlando cada medicação (mandei um enfermeira voltar com outro remédio porque grávida não podia tomar…).

2 dias depois que saí do hospital, procurei uma clínica para fazer uma US. Aliviada saí porque deu para ver os batimentos do bebê. 4 dias depois, minha primeira US com meu obstetra e ouvi o coraçãozinho do dele. Fiquei super feliz. Tudo tinha dado certo!

No dia seguinte, saiu um pequeno sangramento e corri para o PS. Nova ultra, tudo certo. No dia posterior, fui a um almoço de despedida (ainda estava afastada por causa da retirada da vesícula) e, quando cheguei em casa, dormi. Quando acordei, fui ao banheiro e saiu um mega coágulo. Sabia que tinha algo errado. Liguei para meu obstetra que pediu para ir para o PS, que ele me encontraria lá.

Adiantei a US… Enquanto a médica fazia o exame, disse que estava tudo bem e que era normal não ouvir os batimentos ainda. Estava com cerca de 7 semanas. Eu disse que, um dia antes, no mesmo aparelho, eu havia ouvido. Ela procurou, fez até intravaginal. Mas nada… Ali, eu soube, meu bebê havia virado anjo…

Esperei meu obstetra chegar e uma amiga foi ficar comigo nessa longa espera… Marido estava com a Maya em casa…

Junto ao meu obstetra, resolvemos repetir a US no dia seguinte, já sabendo que não haveria milagre.

Voltei para casa e vi os olhares mais tristes da minha vida. Parecia que a Maya estava sentindo. Marido com olhar triste. Nos abraçamos. Choramos muito.

No dia seguinte, houve a confirmação e, junto com meu obstetra, optamos pela curetagem algumas horas depois.

Fechamos aquele ciclo.

Acredito mesmo que aquele bebê cumpriu a missão de me salvar. Se ele não estivesse comigo, não teria corrido ao médico. Não ia querer deixar minha família para ir ao hospital: iria me empanturrar de remédios, mas não ia. Ele veio, salvou a mamãe e virou um anjo. Isso me deu forças para continuar… Mas me enterrei no trabalho e evitei falar sobre este assunto todo este tempo.

Agora,  um novo ciclo se inicia: hoje fiz a minha TEC, mas isso é assunto para um próximo post.

Beijos…

 

 

Os Segundo e Terceiro Betas

Oie!

Depois da confirmação da gravidez , vem a ansiedade sobre a evolução dos níveis de HcG, mais conhecido como o Beta (por causa do nome do exame de sangue que o detecta:Beta-HcG).

Fiz o segundo beta no dia 26/12, em um laboratório diferente (aquele que deu o resultado > 1.500 e que quase me deixou maluca (veja o post), mas o único na cidade em que consigo fazer sem pedido, mesmo que pagando pelo exame), ou seja, técnicas diferentes, mas, fazer o quê?

O resultado foi de 282. Achei que evoluiu pouco (lembrando: o primeiro deu 192,1, no dia 23/12). Fiquei preocupada e fui checar na Calculadora de HcG (que mencionei neste post): coincidentemente, deu a mesma proporcionalidade da primeira gravidez. Mas, como o valor do primeiro beta da primeira gravidez foi bem inferior ao desta (Baby M era um embrião de D3, que implantou tarde), permaneci preocupada.

Ainda que tenha relido o post que mencionada que a tão falada “dobra” a cada 2 dias não é necessariamente essencial para o sucesso da gravidez, fiz outro beta hoje.

O resultado foi lindo: 710,2 !

Descobri um site que também tem informações sobre a evolução do beta, numa espécie de calculadora, que ainda correlaciona o resultado do beta com o que deve ser visto nas US e verifica as chances de gravidez múltipla. Achei muito legal!

Mais tranquila agora…

 

A Nova Linda Notícia: ESTOU GRÁVIDA!!!

Meninas!

A ansiedade venceu o medinho e, no D7, tomei coragem e fiz o TG de cruzinha: como ele estava vencido há 6 meses, pensei que, se desse negativo, eu poderia fazer o outro no D8 ou, ainda, esperar pelo Beta.

Acordei cedo, peguei a Pequena no bercinho. Levei-a comigo para o banheiro (minha companheirinha) e fiz o teste. Em menos de 30 segundos, apareceu a cruz! Não tão fraquinha, como a da primeira gravidez, mas não tão forte.

Dessta vez, resolvi não fazer supresa para o Marido, que já tinha saído para trabalhar, e liguei para ele, perguntando se ele podia ver uma foto e mandei a foto do TG!

Ele ligou, super feliz!

Dei a notícia para minha médica, que acha que são gêmeos. Jesus!!! 🙂 Meu GO me deu os parabéns e pediu para pegar pedidos de Beta para fazer nas próximas 2 semanas, já que ele tirará férias.

Hoje, D8, resolvi fazer o eletrônico: saiu lindão um “Grávida 1-2 semanas!

Vamos dar a notícia para a família na noite de Natal. Vai ser lindo!

Beijos da nova mamãe!

Primeira TEC: Pós-Transferência – D5 e D6

Os dias D5 e D6 pós-transferência foram super estranhos…

No D5, deu piriri, revertério e, do nada, silêncio… Comecei a ficar preocupada. Estava tudo muito diferente da gravidez da Pequena…

No D6, foi pior: nada. Nenhum sintominha! Tudo desapareceu. Comecei a cogitar fazer um TG…

Achei 2 em casa, ambos ClearBlue: um de cruzinha e outro eletrônico (aquele que dá as semanas…).

Tomando coragem, porque, até agora, o medinho venceu a ansiedade…

Primeira TEC: Pós-Transferência: D3 e D4

Olá, meninas!

Últimos dias de férias e retorno para casa. Até agora, nada dos seios ficarem doloridos…

As coliquinhas pontuais continuam. No D3, tive dor-de-cabeça. No D4, só as coliquinhas.

O retorno foi complicado: pegamos alagamentos e granizo em Sampa. Baby gritava, só a Galinha Pintadinha dava jeito… Mas deu certo.

Ainda consigo controlar a ansiedade. Pelo menos isso…

Beijos.